5 de dez de 2007

Limites da ficção e do documentário

Vendo o vídeo em que o ator Caio Junqueira leva seu personagem de Tropa de Elite a sério demais e oprime ameaçadoramente um camelô, me lembrei do Coutinho dizendo que uma diferença entre ficção e documentário é que as pessoas que aparecem em um documentário continuarão suas vidas, logo elas devem ser "protegidas pelo filme". Depois do filme o cara não pode perder o emprego porque falou algo ou uma personagem não pode ser morta pelo marido porque disse alguma coisa no filme.
No caso desse vídeo a fronteira que o Coutinho diz existir não está tão clara assim para o ator.

3 comentários:

Vinícius Reis disse...

Não entendi. Será uma encenação? Parece, né? O camelô é ator? Se é, como é bom! Agora se o ator Caio Junqueira resolveu baixar mesmo seu personagem na Carioca, putz...

Migliorin disse...

Será que é uma performance?
se for é exemplar de um tipo de produção que surge com a internet - sem determinismo tecnológico, mas seria um filme falsamente espontâneo para circular de maneira viral como "sobra de celebridade".
Mas não acho que é uma encenação não.
Você me falou sobre o método do Peter Brook, como que é mesmo?
quando tiver um tempo....

Vamos botar como um post-convidado.

abraços
c.

M. disse...

oi
acabei de ver o que talvez vc ja saibam, mas era sim encenação... o motivo totalmente suspeito pra vender um tal de mymovies, aluguel de dvd com qualidade...tá lá no youtube.
estranho...
marília ( amiga ana albé)