1 de mai de 2008

Fôlego

A família canta dentro de uma carro enquanto o amante dela é morto pelo estado coreano.

Ele tenta se matar três vezes enfiando uma escova de dentes na garganta.

Ela visita o condenado a morte e decora a sala de visitas com papéis de parede de lugares idílicos

O marido dá ordens.

O condenado à morte é amado por outro prisioneiro.

Ela não sente frio.

Ela canta na cadeia para o condenado.

Só o marido fala.

Montagem paralela: amantes na cadeia e marido e filha fazendo bonecos de neve.

Um filme do Kim Ki-Duk.

3 comentários:

Vinícius Reis disse...

Cezar, cê gostou? É bom?
Abraços.

Migliorin disse...

pois, só faltou dizer isso né?
Olha caro, não gostei não.
é um filme tão fácil, com personagens fracos.
O achado é a forma que ela decora o lugar do encontro deles.
Isso é bem legal.
No mais é um certo "estilo" oriental para o grande público que não me pega. O drama poderia estar na mão do Almodovar, aliás o final é igual um Almodovar. Salto alto, eu acho.
abraço grande.

onda disse...

oi Cezar.
vi o filme no festival do Rio, e detestei. tudo me parece artificial, inconsistente, vazio. e piegas, como aquele outro dele, da cabana no meio do rio. enfim, kim ki duk eu já risquei da lista.
abraço