11 de jan de 2010

Grande mídia e oposição antecipam o tom da campanha com as críticas ao Plano Nacional de Direitos Humanos.

Dois pontos Centrais:

1 -Ganha espaço no debate pessoas como a Senadora Kátia Abreu.

Participante do lobby dos latifundiários, a senadora é capaz de escrever coisas como:
"Rússia e o Canadá têm florestas, só que naqueles países as condições climáticas não favorecem a expansão agrícola." Ou seja, como aqui as condições climáticas favorecem.... Corta a floresta!

"Governo usou plano dos direitos humanos para ressuscitar seus demonios de um socialismo radical e totalitario.Viva a democracia!Liberdade!Lei"

Aspásia Camargo,  por exemplo, chama a luta armada de terrorista. No mínimo uma  ignorância conceitual. O Luis Eduardo Soares em seu Twitter pergunta: "A resistência anti-franquista era "terrorismo", @AspasiaCamargo ? A resistência francesa anti-nazista era "terrorismo" ?"

2 -A grande mídia baseia suas críticas em profunda ignorância.
Reclama que não houve debate -  Enquanto o programa teve a participação de 14 mil pessoas
Não entende que o PNDH é um programa de intenções e não tem ação imediata.
Não entende que Lula precisa assinar pois foi o resultado de um processo de participação democrática.
Desconhecem que os PNDH I e II, feitos na era FH Cardoso, tem muitos pontos em comum com o PNDH III.
Willian Waak e um dos meninos da Veja perguntam se se trata de uma nova constituição. - Desconhecem o funcionamento dos processos democráticos fundados em participação popular e conferências.

É com esse nível de debate, desinteressado pelas questões de fundo, que a mídia pautará 2010.


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